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HUELLAS DE TINTA Y PAPEL
CARTAS CORRIENTES PARA UNA HISTORIA DIFERENTE
Laura Martínez Martín
Guadalupe Adámez Castro
Elisa Garcia Prieto

 

Esta obra es resultado del Proyecto P.S. (Post Scriptum), en cuyo marco se ha desarrollado una investigación sistemática cuyo objetivo principal ha sido la escritura epistolar y, con ello, la edición y estudio histórico-lingüístico de cartas privadas escritas durante la Edad Moderna en Portugal y España. Algunas de estas misivas son las que los lectores pueden encontrar en este libro. En su mayoría son inéditas y fueron escritas por autores de los más diversos orígenes sociales.

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Moléstias, embustes e pontinhos amantes
Escrita quotidiana em Portugal entre os séculos XVI e XIX
Rita Marquilhas
Catarina Magro
Fernanda Pratas

 

No projeto P.S. (Post Scriptum) desenvolve-se pesquisa sistemática, edição e estudo histórico-linguístico de cartas privadas escritas durante a Idade Moderna em Portugal e em Espanha. Estes documentos são escritos epistolares quase todos eles inéditos, feitos por autores de diferentes proveniências sociais. Podiam ser amos ou criados, adultos ou crianças, homens ou mulheres, ladrões, soldados, artesãos, padres, militantes políticos e outros tipos de agentes sociais.

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Anastasis

Anastasis
Carlos Morais José

 

«Anastasis» relata uma viagem interior, ao longo de uma geografia mítica, utilizando poesia, prosa e outros recitativos, do verso popular ao aforismo. As vozes dos sujeitos e dos sítios, da história e das memórias, emergem num percurso idealizado pela viagem oitocentista ao Oriente, mas realizado no século XXI como a demanda (im)possível do saber e da beleza, pautada pelo exercício dos prazeres. «Anastasis» ou a procura da luz na abundância das trevas.

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O Enigma Claro da Matéria

Ricardo Gil Soeiro

 

Elegendo como corpus as obras Paisagem com Grão de Areia (1998), Alguns gostam de poesia (2004) e Instante (2006), o presente ensaio de RICARDO GIL SOEIRO visa examinar a poesia de Wisława Szymborska (1923-2012) sob um ponto de vista pós-humanista. Partindo, numa primeira instância, de uma análise global do universo poético em que se ancora esta escrita, a presente reflexão procura demonstrar em que medida é possível vislumbrar na poética szymborskiana um posicionamento pós-humanista, revelando como as suas composições poéticas põem em cena o fim das fronteiras entre o humano e o resto, o não-humano. Haverá vida para além de nós, numa pedra?

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habeas 320x

Habeas Corpus
Carlos Querido

 

Neste volume de micro-contos, há personagens que se rebelam contra o absolutismo biológico, enquanto outros se lhe rendem com a lúcida consciência de que nada sobra para qualquer eternidade. Vagueiam todos errantes nos trinta e três contos, entre os dois lados da noite, dos espelhos, da luz e das sombras: os que creem na imortalidade da alma individual e os que questionam a eternidade una, imutável, sem frações nem divisões, perante a qual toda a individualidade soçobra. E há um autor, desiludido com o narrador que elegeu e que se recusa a partilhar com os leitores a descida ao abismo, com a vaga desculpa da reserva do sofrimento. Como traço comum, a certeza da morte, a incerteza da eternidade humana e a incessante e inútil busca de respostas definitivas, na erosão da existência que se consume na pacatez da repartição, nas rotinas quotidianas, em vidas apagadas, desprovidas de luz e de sentido.

Um livro desafiante na linha dos grandes cultores do absurdo, que conta ainda com um apêndice fotográfico de Sal Nunkachov.

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Atrito
André Carrilho
 
Dando sequência a Inércia, um primeiro álbum de viagens, ATRITO recolhe as paisagens onde André Carrilho se deteve. Cada desenho representa muitas horas a observar recantos das grandes capitais ou montanhas do interior, aqui um teatro, além uma igreja, muitas árvores e um nascimento, o do seu filho. Desenhar é capturar o essencial, não apenas do lugar, mas do modo como nos afecta o que somos naquele momento. Atrito, diz o autor, é o que muda o curso a qualquer viagem. Também pelos textos nos apercebemos que André Carrilho afina pelo diapasão dos grandes viajantes, os que assinalam os detalhes do mundo.

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