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consciencia 

CONSCIÊNCIA DE SITUAÇÃO
Um ensaio sobre
The Falling Man
António Araújo

 
The Falling Man, de Richard Drew, é uma das mais conhecidas – porventura, a mais conhecida – fotografias do 11 de Setembro de 2001. Um homem em queda das Torres Gémeas. Em CONSCIÊNCIA DE SITUAÇÃO, ANTÓNIO ARAÚJO fala dessa e doutras imagens de pessoas a cair dos céus, na manhã dos atentados em Nova Iorque, mas não só. De caminho, o 11 de Setembro visto de perto, minuto a minuto. Como se estivéssemos lá no alto, encurralados no cimo do World Trade Center.

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Esta Noite Sonhei Com Brueghel 

Esta Noite Sonhei
Com Brueghel
Fernanda Botelho

 
[primeiro volume das OBRAS COMPLETAS DE FERNANDA BOTELHO]
 
«Brueghel representa, em suma, nesse encontro de Luíza consigo mesma através da escrita da autobiografia, um caminho tortuoso para ir ao encontro da História que, em episódios verdadeiros ou ficcionados, o pintor fixou, mas propicia também – e sobretudo – a reconciliação das memórias materna e paterna que instituem e fundam a protagonista. Tudo, as “monstruosidades” ou as cenas do quotidiano que minuciosamente o pintor pôs nas telas, evocando o “silêncio doméstico da minha infância”, confortante mas ressoando de inquietações, tudo compõe a tela deste livro de complexa estrutura. Nos seus níveis entrecruzados, na brilhante ironia a que se contrapõe a desapiedada imagem de uma mulher em busca de si, Fernanda Botelho dá-nos em Esta noite sonhei com Brueghel um subtil e sofisticado retrato português. Luíza é Fernanda – a sua, a nossa desassombrada efígie.»
 
Paula Morão, no Prefácio

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Insanus 

Insanus
Carlos Querido

 

Os personagens dos contos de INSANUS são vultos furtivos que frequentam insones a noite, confundem-se com as sombras que os perseguem e ensurdecem vozes interiores de censura e de culpa. Os diálogos nunca chegam a sê-lo. Não passam de monólogos com ecos, ressonâncias que se refletem, se repetem e se perdem nas arestas cortantes dos labirintos onde cada um consome a sua existência.
Diz o velho ditado atribuído a um filósofo, que os que dançam são julgados insanos por aqueles que não podem escutar a música. O mesmo se passa com quem ouve vozes interiores inaudíveis para o resto do mundo.

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Pint fest  

Pintar as
FESTAS
NUNO SARAIVA

 

«Há um momento na nossa tenra idade em que os nossos pais nos tiram os lápis de cor e os substituem por uma bola ou por uma boneca. Nesse momento deixamos de ser desenhadores, ou pintores, e passamos a uma existência de queixume pela falta dessa costela flutuante criativa. Acho que é por isso que hoje tantos adultos se atiram aos livros de pintar. É o regresso a um desejo reprimido.
Para aliviar estes sintomas estão aqui selecionadas uma série de personagens que já desde 2014 tenho vindo a desenhar para a EGEAC no âmbito das FESTAS de LISBOA: um Santo António de Lisboa, casamenteiro por norma, namoradeiro por natureza, cumprimenta com a auréola quem passa. Um marujo guitarrista arranha uma guitarra-bacalhau. Um cantor disco-pop-xunga que encanta ao palco e que é elétrico na micro-sardinha e acústico no salpicão. […] Um marujo apaixonado pela peixeira que, por intuição lógica, lhe oferece um ramo de sardinhas. E muitos Corações Manjericos que desenham amores fugazes, trapalhões, que podem nascer nas Festas e nas Festas desaparecem, ligeiros.

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escrytosk  

Escrytos
Crónicas e ensaios
sobre cultura contemporânea
(2013-2017)
PAULO PIRES

 

PAULO PIRES reuniu nesta compilação crónicas e ensaios sobre cultura contemporânea publicados inicialmente em jornais, suplementos, revistas e websites de âmbito cultural entre Janeiro de 2013 e Abril de 2017. Os textos escolhidos abordam questões ligadas à Gestão, Programação e Mediação Culturais, Artes Performativas, Estudos Artísticos, Literatura e Leitura/Bibliotecas, integrando ainda reflexões quer sobre alguns projectos específicos que o autor desenvolveu, a esses níveis, em contexto profissional, quer em torno de temáticas sociológicas e educacionais. São textos inacabados, abertos e de questionamento crítico, que resultam de uma necessidade pessoal (e profissional) de reflexão e de produzir pensamento, vários deles cruzando-se com perspectivas sociológicas e não poucas vezes temperados pelo sal da poesia.

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Ninguém Sabe Onde Está
Luís Maio

 

NINGUÉM SABE ONDE ESTÁ reune crónicas escritas por Luís Maio desde que se tornou jornalista de viagens, à entrada do novo século. São textos escritos na primeira pessoa, num registo autobiográfico que frequentemente integra elementos de ensaio e de ficção. Não têm, porém, um denominador comum, que não seja a sua genealogia num depois, ou para além da reportagem de viagens propriamente dita. São memórias de experiências únicas e pessoais, mas também interrogações, possibilidades e fantasias nascidas do viver em trânsito. NINGUÉM SABE ONDE ESTÁ resulta desse sobejar. São 50 crónicas na maior parte publicadas ao longo da última década e meia, agora radicalmente reescritas e suplementadas de meia dúzia de inéditos que entretanto aproveitaram a boleia para chegarem ao prelo.

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