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A Minha Casa
Não Tem Dentro
António Jorge Gonçalves

 

A chave de A MINHA CASA NÃO TEM DENTRO encontra-se logo na frase que abre a novela (autobio) gráfica: «No dia 22 de fevereiro de 2016 – por causa de uma veia que rebentou no meu estômago – morri e regressei à vida, num acontecimento que atravessou espaço e tempo separando e unindo em simultâneo. Descrevê-lo com desenhos fez parte dessa viagem.» Esta narrativa faz-se numa sucessão vertiginosa de imagens (marcador sobre papel e aguarela) fortíssimas, duras, mas sobretudo oníricas, de sonho e pesadelo, que mergulham raízes no grande oceano do imaginário, dos mitos fundadores, das representações da morte, da infância, do desenho e da música, enfim, da criação.

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Antero poesia I 

Poesia I:
Odes Modernas
Primaveras Româticas
ANTERO DE QUENTAL
Edição crítica de Luiz Fagundes Duarte

 

Este é o primeiro volume da EDIÇÃO CRÍTICA da POESIA DE ANTERO DE QUENTAL, onde se reúnem os livros ODES MODERNAS e PRIMAVERAS ROMÂNTICAS. Pretende-se, com esta edição distribuída por três volumes, disponibilizar ao leitor de hoje o conjunto da obra poética do autor: a que ele publicou em livro e manteve; a que publicou em livro mas destruiu ou de algum modo alterou; e a que publicou dispersamente ou deixou inédita.

 

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precipicio 

No Precipício Era o Verbo
António de Castro Caeiro. André gago, José Anjos e Carlos Barretto

 

 

Começa com um coração aberto, envelhecido pela sede. Depois o som de uma língua lambendo a pele seca por trás do crânio. Só luxúria e mística. Subitamente, a leveza inteira do som na ponta dos dedos que empurram o vento de verão. Dentro da casa de noite, a lua ergue um caracol como um morcego que paira sobre a cidade respirando os sons da sua melancolia e dos seus amores impossíveis. Até que o corpo cai na sua própria respiração como se fosse um poema ouvido em língua estrangeira. 

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Sobras  

Sobras Completas

José Manuel Simões

Prefácios de Helder Macedo

e José de Sá Caetano

 

Esta antologia, organizada pelo autor, é a única de JOSÉ MANUEL SIMÕES (Lisboa, 1934 – Paris, 1999), um dos menos conhecidos poetas do grupo do Café Gelo. A sua vida literária foi, sobretudo, feita de traduções, embora tenha dispersado pelas páginas dos jornais colaborações de vária ordem. Procura-se, com este volume, resgatá-lo do esquecimento.

 

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PalcoDesporto 

O Nosso Desporto
Preferido
PRESENTE
Gonçalo Waddington

 

O NOSSO DESPORTO PREFERIDO é uma tetralogia escrita e encenada por GONÇALO WADDINGTON em que o autor propõe uma reflexão sobre a nossa evolução como espécie universal. A primeira parte da obra, com o título PRESENTE, tem um elenco de cinco actores, encabeçado por um cientista misantropo que sonha com a criação de uma espécie humana livre das necessidades básicas como a alimentação, a digestão e, talvez a característica mais importante para a peça, a reprodução — tornando-se assim uma espécie exclusivamente dedicada ao hedonismo e à abstracção, seguindo, de acordo com a sua visão, o caminho da evolução natural da nossa civilização tipo 0 para tipo 1, em que seremos finalmente uma sociedade global, multicultural, multiétnica e científica. O espectáculo estreou no Teatro Nacional Dona Maria II a 09 de Junho de 2016, no âmbito do Festival Alkantara.

 

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A GRIPE E O NAUFRÁGIO 

A GRIPE E O
NAUFRÁGIO
GONÇALO PEREIRA ROSA

 

Como se comportam os meios de informação face a uma catástrofe anunciada? Em quem confiam? E como avaliam o risco? GONÇALO PEREIRA ROSA, analisou a cobertura noticiosa de duas catástrofes anunciadas: um petroleiro à deriva perto da fronteira portuguesa carregado com fuelóleo apresentava, em Novembro de 2002, um risco catastrófico, mas conhecido, de derrame sobre as águas nacionais; em contrapartida, em 2009, uma epidemia de gripe com potencial avassalador constituía uma das ameaças mais imprevisíveis para a saúde pública, sem paralelo na história recente.

 

Os media alimentam uma obsessão com a novidade que se torna prejudicial na gestão de uma catástrofe de desfecho imprevisto. A gestão de risco define-se, em contrapartida, pelo planeamento do pior cenário possível, esperando naturalmente que ele não se concretize. Apresentando reflexões de jornalistas e gestores de crise, ministros e decisores, humoristas e comentadores, este livro reúne pistas sobre o tratamento noticioso de temas da sociedade de risco e as forças que afectam o seu enquadramento, bem como a necessidade de colocar em prática estratégias comunicacionais justas, factuais e realistas.

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