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O Sono Desliza Perfumado – Publicidade Ilustrada
Jorge Silva

 

«Pedaços de uma História da publicidade comercial sem princípio, meio e fim, revelam a vitalidade da ilustração portuguesa, a partir dos muitos milhares de páginas impressas que sustentaram os sonhos dos leitores e a independência de revistas, jornais e almanaques. Numa relação estreita com o jornalismo e as notícias, a publicidade sempre foi uma outra maneira de contar o Mundo. A viagem percorre, a alta velocidade, as primeiras seis décadas do século vinte, visitando anúncios que, se hoje nos fazem sorrir ou indignar, foram espelho fiel do seu tempo, cúmplices e motor do progresso tecnológico dos meios de reprodução, do desenvolvimento do comércio, indústria e cultura. Designers, pintores, ilustradores e arquitetos deram o melhor do seu talento à publicidade. Desenhada por mestres que amamos ou por artífices anónimos perdidos no tempo, passa por aqui alguma da melhor ilustração do século vinte. A seleção termina em 1972.»

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Tratado
Luís Carmelo

 

«Houve um tempo em que, por razões profissionais e outras, todos os anos regressava a um certo número de livros. Repetia essas pe­regrinações disciplinadamente.
Cada um desses livros, para além do seu uso funcional, passou a ser recordado e evocado do mesmo modo que uma pessoa recorda e evoca uma casa de férias a que regressa todos os anos.
Sem dar por isso, esses livros foram criando efabulações próprias que nada tinham que ver com o conteúdo (geralmente teórico) que neles se anunciava e congeminava.
Os poemas que se publicam neste livro resultam da trasfega do imaginário informe criado, de modo autónomo e livre, por essas efabulações.»

 

Da Introdução

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Histórias para meninas distraídas
Liliana S. Ribeiro


«1. Este livro quer ser lido com vagar, devagar.
(…)
6. Meninas distraídas precisam de varandas para aprender a ver de novo.
7. Este livro tem varandas por onde se pode olhar.
8. Este livro tem varandas em que nos podemos debruçar.
9. Este livro deve ser lido com cuidado, é perigoso; faz-nos ficar com músicas na cabeça durante dias a fio.
10. Este livro também tem portas e janelas para olhar para as palavras.
11. Este livro é perigoso; abre abismos sobre as palavras, obriga a ver pela primeira vez.
(…)

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Não é grave ser português
João Rios

 

 

Tendo-se verificado a falência dos bigodes e a galopante erosão do bronze das estátuas descobriu-se na lusa história um outro maná de verso farto. Uma visão punk e em verso de alguns episódios da História de Portugal. Para contar aos pequenitos.

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UNA PICCOLA STORIA D’AMORE
Rafael Bordalo Pinheiro e Maria Visconti
Isabel Castanheira

 

A obra do criador não é imune às suas paixões, e ninguém poderá compreender a arte de Picasso, sem atender à influência das suas amantes, como a célebre Marie-Therese Walter. Rafael, não foi tão longe, mas há uma mulher no seu caminho, uma jovem e bela atriz italiana, de seu nome Maria Visconti, por quem se deslumbrou, e de quem nos deixou um busto que registou a sua beleza para memória futura. Isabel Castanheira foi à procura dos amantes, e descobriu cartas de amor e outros papéis esquecidos no pó dos museus, que lançam uma curiosa luz sobre este autor, com revelações que irão surpreender os seus leitores. A autora não fez esta viagem sozinha e contou com a companhia de Miguel Macedo, designer gráfico de qualidade reconhecida, docente na ESAD, de imaginação fértil e traço seguro a honrar a memória do mestre.

 

Obra de qualidade gráfica ímpar e profusamente ilustrada.

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A FESTA DOS CAÇADORES
Henrique Manuel Bento Fialho

 

Recolha de contos pautados por três ambientes distintos. Num primeiro momento, sobressaem a infância e a adolescência em ambiente rural. Num segundo momento, a deslocação para a cidade e o desenraizamento. Por fim, o regresso às raízes. Mas já nada é como era. O humor, por vezes picaresco, dá lugar a um absurdo marcado pela deriva e pela solidão. As personagens destes contos são comuns, quotidianas, instigam-nos a descobrir o que possa haver de invulgar por detrás da sua aparente vulgaridade. Pode ainda ser lido como romance fragmentário em torno da primeira geração nascida no pós 25 de Abril.

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