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Derradeiro
Suspiro Real
JOSÉ NAVARRO DE ANDRADE

E se às primeiras horas da tarde de 4 de outubro de 1910 o major Paiva Couceiro, num arroubo temerário, tivesse carregado sobre a Rotunda, desbaratado os revoltosos republicanos? É neste postulado que a presente novela se firma para descrever a continuidade e as transformações da Monarquia nos anos seguintes. Provavelmente as surpresas seriam muitas e porventura a maior delas todas tivesse sido a inexistência de grandes variações.

A inércia e a entropia costumam ser forças formidáveis, de tal modo que é normal superarem, ofuscarem e subjugarem o poder da imaginação. Talvez assim se possa dizer que esta novela não caiba precisamente no género de história alternativa. O que ela pretende, afinal, será iludir o engenho da ficção com a memória dos factos verídicos. DERRADEIRO SUSPIRO REAL poderá então ser um romance de desventuras, uma narrativa burlesca de acontecimentos dramáticos, uma farsa política, na qual todas as personagens se levam demasiado a sério, como é habitual entre estadistas, visionários, oportunistas, caudilhos, caudatários e cortesãos que não têm medida do grotesco.

 

 

Mais informação


Capa
Elisabete Gomes/Silvadesigners
ISBN 978-989-99141-9-3
15,5 x 23,4 cm
184 páginas
 
13,5 euros (desconto de 10% sobre o PVP 15 €)

 

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