Viagens à Ficção Hispano-americana 

Viagens à Ficção Hispano-americana
ANTÓNIO MEGA FERREIRA

 

Em finais dos anos sessenta do século passado, a cena literária ocidental foi invadida por um movimento generalizado de interesse pela literatura americana escrita em espanhol. Foi aquilo a que depois se convencionou chamar o boom latino-americano e, em termos de perceção pública internacional, alicerçou-se no sucesso imediato que acolheu a publicação, em 1967, de uma obra fantástica, torrencial, inclassificável: Cem Anos de Solidão, do colombiano Gabriel Garcia Márquez.

No entanto, o boom latino-americano não começa aí, mas alguns anos antes, com a publicação de obras marcantes de escritores como o mexicano Juan Rulfo (Pedro Páramo, em 1955), o peruano Mario Vargas Llosa (A Cidade e os Cães, em 1963), o argentino Julio Cortázar (Rayuela – O Jogo do Mundo, 1963) e o próprio Garcia Márquez (Ninguém Escreve ao Coronel é de 1961). E a emergência deste grupo de escritores de talento iluminou ainda a obra de alguns dos seus mais respeitáveis precursores, do argentino Jorge Luis Borges, que só nessa década começou a ser conhecido internacionalmente, ao cubano Alejo Carpentier, ou ao uruguaio Juan Carlos Onetti. A visita a esses nomes maiores (e mais alguns) do boom é o roteiro destas VIAGENS À FICÇÃO HISPANO-AMERICANA.

 

Mais informação

 

Colecção
Âmbito Cultural do El Corte Inglés


Capa
Elisabete Gomes/Silvadesigners


14 x 22 cm
256 páginas
ISBN 978-989-99462-3-1
 
18 € (desconto de 10% sobre o PVP 20 €)

 

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